Pausas, leituras, aprendizados e reflexões....
Nesse
tempo sem as aulas presenciais, com a primeira tarefa do estudo dirigido foi
possível a leitura dos materiais para reflexão acerca das articulações entre tecnologia,
inteligência e educação. Esse tempo foi produtivo, porém não foi fácil a
interpretação dos textos de Álvaro Vieira Pinto, sendo a de Pierre Levy a de
mais fácil entendimento e interpretação. Momentos de dúvida apareceram ao pensar
sobre a proposta do artigo para relacionar o PBL do grupo a que fiquei
responsável junto com a colega Maria Luísa ao tema da tese em que ainda estou
ajustando junto com minha orientadora. As ideias foram surgindo e ao ser solicitado
ajuda do professor veio uma resposta para pelo menos iniciar o artigo. Ainda restam
muitas dúvidas pelas quais diariamente busco artigos e materiais de leituras
para um aprofundamento do tema e para escrita do artigo.
Pensando numa melhor forma de auxílio para escrita e de uso das várias formas de inteligência artificial fiz um Workshop sem bloqueios com a Professora Paula Menezes nesse fim de semana em dois dias de muito aprendizado sobre as IA’s generativas e não generativas e com o uso ético para a escrita, estruturação de um artigo, tese e outras funções. Percebi também que, estava usando a IA não tão corretamente e portanto foi um momento de muita imersão e consequente aprendizado. Reforçou também como docentes, que precisamos aprender o uso adequado e ético da IA para que repassemos para nossos alunos, independentes de sermos doutorandos mas com a responsabilidade aumentada por essas duas condições apresentadas.
Com
a tarefa do PBL para a produção de vídeo, vi muitos vídeos interessantes dos
colegas e também algumas dificuldades na produção tecnológica do mesmo, assim como eu tive. Este
tema sobre Dispositivos digitais móveis no ensino aprendizagem vem reforçar o uso
intencional da tecnologia móvel como celulares, tablets e notebooks em sala de
aula numa visão de ensino universitário em saúde que muitos de nós docentes
ainda tinhámos a visão do celular como vilão, como fator distrator em sala de aula
e de utilização do mesmo para “colar” nas provas da graduação. Ao passar das
aulas e das leituras, percebo a
importância do conhecimento sobre as tecnologias e de alguns desafios de como incorpora-las
em sala num contexto de aprendizagem para os alunos na função de docente de um curso
de saúde com público de adultos jovens. Entendo, a partir das leituras, dos
potenciais do uso como mobilidade, engajamento, autononomia, participação ativa
do aluno na aprendizagem, gestão do aprendizado, pensamentos críticos,
aprendizagem coletiva em rede e que o uso intencional pelo professor faz todo o
sentido na incorporação, mas que precisamos ainda de mais aprendizados para
maior segurança na utilização de forma apropriada.
Metáfora:
“No
ensino-aprendizagem, a tecnologia é como
um rio que atravessa a sala de aula: pode irrigar o pensamento e fazer o
conhecimento florescer ou apenas passar apressado, refletindo superfícies sem
nunca tocar as raízes e que tudo depende
das margens que o professor constrói e dos caminhos que decide abrir.”
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